Itália conclui <br> retirada do Iraque
Os últimos soldados italianos que ainda restavam no Iraque regressaram, no sábado, 2, a Roma, antecipando em três semanas a data limite fixada pelo governo de Romano Prodi para a retirada total do contingente militar daquele território.
O primeiro-ministro italiano, que recebeu as tropas no aeroporto de Ciampino, na capital, congratulou-se com conclusão da operação, dando como cumprida uma das promessas centrais da campanha eleitoral das legislativas de Abril passado.
O envio de um destacamento com três mil efectivos foi decidido pelo anterior governo chefiado por Sílvio Berlusconi, um dos principais aliados europeus da administração Bush. Em número de soldados, a Itália tornou-se o segundo parceiro de Washington no Iraque, depois da Grã-Bretanha. Contudo, já perto das eleições, foi Berlusconi que iniciou a retirada das tropas.
Da aventura belicista resultaram 35 soldados mortos, 19 dos quais logo em Novembro de 2003, na sequência de um atentado contra a caserna principal do contingente.
O primeiro-ministro italiano, que recebeu as tropas no aeroporto de Ciampino, na capital, congratulou-se com conclusão da operação, dando como cumprida uma das promessas centrais da campanha eleitoral das legislativas de Abril passado.
O envio de um destacamento com três mil efectivos foi decidido pelo anterior governo chefiado por Sílvio Berlusconi, um dos principais aliados europeus da administração Bush. Em número de soldados, a Itália tornou-se o segundo parceiro de Washington no Iraque, depois da Grã-Bretanha. Contudo, já perto das eleições, foi Berlusconi que iniciou a retirada das tropas.
Da aventura belicista resultaram 35 soldados mortos, 19 dos quais logo em Novembro de 2003, na sequência de um atentado contra a caserna principal do contingente.